Mostrando postagens com marcador almg. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador almg. Mostrar todas as postagens

Afinal, o que faz um deputado estadual?


As pessoas vão dizer: faz leis. Um deputado faz leis e, sendo deputado estadual, faz leis sobre políticas públicas de interesse do estado. Está certo, mas como é exatamente que são feitas as leis?

A grosso modo falando, a autoridade competente apresenta um projeto de lei que tramita na Assembleia Legislativa e, se aprovado, vira lei. Tramitar significa que o projeto segue um procedimento que envolver ser aprovado em algumas comissões (que tratam do assunto daquele projeto) e também em plenário, pela maioria dos deputados.

A Constituição Federal e a do Estado informam quais matérias são de competência dos estados, isto é, quais assuntos sobre os quais eles podem legislar. Em alguns casos, o estado é soberano para normatizar, em outros, precisa seguir as diretrizes da legislação federal. Há ainda a competência residual: o estado pode regulamentar sobre os temas que não estiverem previstos na Constituição Federal como assunto de competência de outro ente (União ou municípios).

Definida a questão da competência do estado, temos ainda outra regra a observar: a iniciativa das leis. Iniciativa é a competência do agente. Em algumas situações, a competência é do deputado, como por exemplo, uma lei que venha a determinar a criação e definição uma política pública mais eficaz para controle da população de animais abandonados. Ele pode propor tal projeto. Mas em outros casos, a competência é de outra autoridade, como na questão das condições de trabalho para o servidor estadual.

Somente o Governador pode apresentar um projeto de lei que trate sobre melhorias para os servidores. Então, um deputado estadual não pode fazer uma lei para beneficiar os servidores do estado? Não, não pode! Mas ele pode emendar os projetos do Governador e ampliar para outras categorias aquela determinada melhoria.

É assim: o Governador apresenta um projeto de lei concedendo um benefício para uma determinada classe. Durante a tramitação do documento na Assembleia Legislativa, os deputados apresentam textos que podem ser acrescentados ao projeto inicial. São as chamadas emendas. Assim, pode ser acrescentado um artigo ou parágrafo naquela lei, incluindo outra categoria a ser beneficiada neste mesmo projeto.

Mas... O caminho é longo. Para conseguir aprovar a emenda que favorece a categoria que representa, o deputado precisa não apenas apresentar a alteração no texto da lei. Ele precisa de votos suficientes para essa emenda ser aprovada na comissão à qual ele pertence e também no Plenário. E aí é a política propriamente dita, são as negociações, é o toma lá dá cá, é o “uma mão lava a outra”. Para fazer valer os interesses de quem o elegeu o deputado negocia votos com deputados eleitos por outros grupos.

Por isso, a importância do parlamentar negociar, barganhar, abrir mão aqui, ceder ali: para cobrar apoio dos demais nos projetos de interesse da parcela da população que ele representa. É assim que as coisas funcionam.

O deputado estadual também pode requerer que uma autoridade seja ouvida numa comissão sobre uma denúncia ou reclamação e cobrar providências. Tudo isso, além do acompanhamento sistemático das ações de Governo, com a ajuda da população.

Claro, que a atuação parlamentar não se resume a isso, mas em poucas palavras é o que eu gostaria de ilustrar para melhor compreensão das pessoas. É que, em época de campanha ou pré-campanha, muita gente costuma falar mentira, prometendo coisa que não pode cumprir e fazendo terror sobre aquilo que é mais simples do que se imagina.

Para um voto consciente, informação nunca é demais! Mas, informação simples, que qualquer um possa entender e não esse emaranhado de dados que costumeiramente nos enfiam goela abaixo.

É isso! Ainda tem dúvidas? Envie para adrifernandesmg@gmail.com e terei prazer em esclarecer.



Vote Adriana Fernandes, 44544, para deputada estadual.

Viva a Democracia, mas viva com responsabilidade! por Bruno Filipin


Não é novidade que o que não faltam são candidatos a uma cadeira na Assembleia Legislativa. 

A Adriana Fernandes nós conhecemos pela luta pelo IPSEMG e pelos servidores. É uma pessoa de uma garra e uma ética incontestável, que ajuda a todos individualmente, forma voluntária, e não mede esforços há bastante tempo pela melhoria do IPSEMG e de nossas carreiras, muito antes do ano eleitoral sequer começar.

A escolha da pessoa certa para nos representar exige responsabilidade. Adriana é uma pessoa atuante, que se tivesse interesse político particular, poderia ter sido candidata a vereadora nas últimas eleições municipais. Não foi o caso. Ela não tem interesse pessoal na política, nunca teve envolvimento político, exceto pelo apoio que deu a um amigo, candidato a vereador. E abraçou a candidatura para deputada estadual pelo IPSEMG. Ela sabe o que quer fazer e como vai fazer. Conhece as mazelas pelas quais passamos e sabe que não somos representados pelos que lá estão.

O direito ao voto, é a maior prova de democracia que um povo tem, porém, para que possamos exercer tal direito, temos que ter a responsabilidade de votar com consciência, sabendo que a pessoa eleita terá foco para cumprir com os compromissos daqueles que o elegeram, e não apenas mais um aventureiro que vai ocupar uma cadeira por 4 anos como temos visto sempre.

Viva a democracia! Mas viva com responsabilidade!

Política digna, se faz com gestão transparente!

Adriana Fernandes, deputada estadual, 44544!

Veja aqui sua plataforma.

Bruno Filipin

Lideranças


Como escrevi num texto anterior, é impossível que alguém consiga lidar com 30 mil eleitores, um por um, com reivindicações oriundas desse tanto de gente. Daí a importância das lideranças.

Pois é, da mesma forma que um candidato não consegue expor seu plano de trabalho para milhares de pessoas, também não conseguirá atende-las, uma a uma, depois de eleito. Por isso, as lideranças possuem papel fundamental na política. São pessoas que se destacam por possuírem mais disponibilidade para ouvir seus pares, seus amigos, seus vizinhos, seus colegas de profissão. É alguém que se sobressai por possuir mais facilidade para buscar solução para os problemas de um determinado grupo de pessoas.

As lideranças conhecem os problemas daquela comunidade e conhecem os caminhos para solucioná-los. E ninguém melhor que o líder para cuidar daqueles casos que possuem particularidades. Ele conhece cada eleitor, conhece o contexto daquela comunidade, daquela profissão, daquilo que une aquele grupo. Ele sabe quando pode cuidar das reinvindicações de modo generalizado e quando, quem e porque precisa de um atendimento diferenciado.

No meu trabalho, temos uma liderança sindical. Alguém que é nosso elo com o sindicato. No meu prédio, nosso síndico é uma liderança na vizinhança e nos mantém informados sobre o andamento de nossas reivindicações junto à Prefeitura, sobre as ações da Polícia Militar em nosso bairro e tudo que diz respeito à nossa região.

Precisamos aprender que unidos somos mais. Ainda que sozinho cada indivíduo tenha seu valor, quando aliado a quem está num mesmo contexto sua força mais que dobra. E falando sobre eleições, maior a importância de um líder. O político tem mais compromisso com uma liderança, porque ele representa a vontade de muitos. Um eleitor procurar um político e fazer uma reivindicação para sua rua é uma coisa. Uma liderança, um representante de dezenas ou centenas de pessoas, é outra coisa. Porque se apenas uma pessoa pede, pode ser que o resto dos moradores queira priorizar outra coisa. Mas, quando se trata de liderança, significa um consenso entre o grupo. Por isso, a importância de associações de bairro, de representantes sindicais, etc. E escolha de representante implica em abrir mão de algumas coisas, em função do bem comum. É exercício democrático.

Mas, como exercer o poder democrático (poder do povo pelo povo), quando nunca enxergamos além de nosso umbigo? Quando torcemos para tudo desmoronar, apenas para provarmos que o nosso candidato faria melhor que aquele que foi eleito?

Democracia é o exercício do poder pelo povo. E exercício de poder popular é todos nos unirmos em prol de um bem comum. E bem comum é aquilo que a maioria decidiu como tal. Assim, hoje eu fui vencida, a maioria da vizinhança, na reunião da associação do bairro, decidiu pela obra X e não pela obra Y, que eu defendia. Ok! Tenho por obrigação apoiar esta decisão. Amanhã será o inverso, outros vencidos me ajudarão na obra que agora consegui apresentar como prioridade. É assim; qualquer outra coisa que não seja apoio à decisão da maioria é sabotagem. E sabotagem é indigno, é anti-democrático! É ditatorial!

Essa noção de democracia é fundamental para compreendermos a importância da necessidade do estabelecimento de confiança no representante eleito/escolhido.

E com tudo isso em mente, assuma-se enquanto liderança! Você é a voz do cidadão junto ao candidato escolhido e vice-versa. Ou apoie o seu líder! Sem mobilização não há força! Uma andorinha só faz verão? A música diz que não! E a realidade comprova isso.

E ao conversar com as pessoas, buscando apoio, sejam lideranças ou não, reforce sempre a ideia de que não votar, votar em branco ou anular o voto e disseminar este tipo de atitude pode deixar a comunidade sem representante sensível aos problemas daquele grupo. Agindo assim as pessoas não acabam com os problemas da má política, nem ficam isentos de responsabilidade. Agindo assim apenas dificulta-se a busca de solução para os problemas de determinado segmento.

Mãos à obra! A hora é agora!

Mensagem adaptada do texto de mesmo título, publicado em A vida em palavras: situações de Direito, de humor e de indignação, de Adriana Ferreira Fernandes

Vote Adriana Fernandes, 44544, para deputada estadual.

Bombeiro Profissional Civil

Ministrei aula para bombeiros civis por mais de 7 anos e, por isso, tenho muito carinho pelos profissionais e conheço bem a dificuldade deles em serem reconhecidos e respeitados na sociedade. Precisamos mudar esta realidade!

Propostas:

  • Fortalecer o Sindicato da categoria.
  • Contactar prefeituras para negociar criação de leis para contratação de BCs.
  • Criar mecanismos de fiscalização das escolas e dos prestadores de serviços.
  • Criar canal de denúncias.
  • Identificar e criar estratégias para ampliar o mercado de trabalho.
  • Criar cartilhas para politização dos profissionais.

Vote Adriana Fernandes, 44544, para deputada estadual.

O Bombeiro Profissional Civil é o profissional de empresa especializada, ou da própria administração do estabelecimento, com dedicação exclusiva, que presta serviços de prevenção de incêndio e atendimento de emergência em edificações e eventos, e que tenha sido aprovado no curso de formação.

É aquele que, habilitado nos termos da Lei, exerça, em caráter habitual, função remunerada e exclusiva de prevenção e combate a incêndio, como empregado contratado diretamente por empresas privadas ou públicas, sociedades de economia mista, ou empresas especializadas em prestação de serviços de prevenção e combate a incêndio.

Para exercer a atividade, deve ter conhecimento da legislação, direitos e deveres, principais normas técnicas oficiais inerentes, noções básicas de física e química aplicada a combustão, propagação do fogo, explosões, prevenção de incêndio, equipamentos manuais e automáticos de combate a incêndio, materiais acessórios, EPI, táticas de combate a incêndio, caldeiras, sistemas de detecção e alarme de incêndio, comunicações, iluminação de emergência, geradores e conjuntos motor-bomba, tipos de proteções estruturais verticais e horizontais e portas cortafogo, saídas de emergência, sinalização de segurança, para-raios, instalação de gases, produtos perigosos, elevadores, análise de riscos, abandono de área, controle de pânico, acionamento do Corpo de Bombeiros, análise de vítimas, vias aéreas, RCP, estado de choque, hemorragia, fraturas, ferimentos, queimaduras, emergências clínicas, transporte de vítimas. Deve também possuir prática de combate a incêndios, de abandono de área sinistrada e de emergências médicas.

Legislação:
  • NBR-ABNT 14608/2000: define as atividades e a formação do BC
  • Lei federal nº 11.901/2009: reconhece como trabalhador, define carreira e direitos.
  • Lei estadual mineira nº 13.369/1999: incentiva a formação de brigadas de bombeiros voluntários.
  • Lei estadual mineira nº 22.839/2018: transfere ao CBM competência para regulamentar escolas de formação.
  • Decreto estadual mineiro nº 41.287/2000: determina a realização de convênio com o Corpo de Bombeiros Militares para formação das Brigadas de Bombeiros Voluntários.
  • Código de Ética do Bombeiro Civil – CNBC
  • Código de Ética do Bombeiro Civil - FEBRABOM
  • Lei municipal (BH) nº 10.389/2012: obriga a manutenção de Brigada de Bombeiros nos estabelecimentos que menciona.

Formatura de alunos da ABVMG

Treino em campo.


Causa animal

Há 16 anos me envolvi na causa animal e de lá pra cá vejo muito trabalho neste campo, com muito pouco retorno, por falta de apoio da sociedade e do Poder Público. Queremos mudar esta realidade. 


A proteção animal é desenvolvida por pessoas físicas e ONGs, com raras ações de solidariedade entre as diversas frentes de atuação. As ações são pontuais, isoladas e com muito pouca repercussão. Em todos os casos, falta receita para manutenção dos serviços e espaço para acolhimento. E a atuação governamental se restringe à gratuidade de castrações, com agenda sempre lotada.

Possíveis ações:
  • Cadastro de advogados nas comarcas, para atendimento voluntário, gratuito, em causas cíveis relativas ao ressarcimento de despesas veterinárias e de alimentação do animal recolhido por abandono e maustratos, bem como para acompanhamento das causas criminais relacionadas.
  • Verificar a possibilidade de cobrar do Município estas despesas, quando não for possível identificar o responsável.
  • Orientação para regularização jurídica de ONGs.
  • Elaboração de cartilhas sobre posse responsável, e patrocínio para confecção, a  serem distribuídas em escolas e eventos.
  • Desenvolvimento de projetos para criação de fontes de receita.

Desafios:
  • Controle (microchipagem e fiscalização).
  • Ampliação de projetos de castração gratuita.
  • Resgate, abrigo, tratamento e apoio jurídico.
  • Regularidade de eventos para doação, com propaganda também regular.
  • Punição criminal efetiva e indenização suficiente.
  • Educação ambiental.
  • Modernização da legislação.
  • Fortalecimento das ações dos protetores.
  • Fiscalização das ONGs que recebem incentivos.

Bru Xinha (2) e Bobb Dog (13)
Gata Mell (15), Lia Cat (4) e Gato Jack (5)
Billy Bichano (12) e Jade Cã (10), falecidos em 2014.


Vote Adriana Fernandes, 44544, para deputada estadual.

Por um IPSEMG maior e melhor!

Eu não quero o fim do IPSEMG!

E sei que você também não quer.


Nós queremos um IPSEMG forte, um IPSEMG inteiro, 
queremos dignidade no atendimento.


Queremos um IPSEMG maior e melhor!


MAIOR, se fazendo presente em todo o Estado, não obrigando o beneficiário a sair de seu pólo para ser atendido e disponibilizando todas as especialidades e procedimentos.

MELHOR, atendendo com qualidade, com acolhimento, com instalações e equipamentos em perfeito estado de funcionamento.

Você consegue pagar um plano de saúde com o valor que é descontado para o IPSEMG no seu contracheque? Eu não! E nem seria justo, depois de décadas contribuindo, sermos obrigados a contratar outro serviço.

A hora é agora!

É inadmissível que uma instituição que sempre socorreu tantas famílias, e quem tem arrecadação própria, seja motivo de tanta frustração para todos nós, nos últimos anos.

Ninguém aguenta mais ficar assistindo o sucateamento do Instituto.


Chega!


Eu quero o IPSEMG de volta, como era antes, autônomo, fortalecido e respeitado!


Queremos um IPSEMG maior e melhor!

E preciso de você!


Vote Adriana Fernandes, 44544, para deputada estadual.
Fonte: https://educarvirtual.com.br/blog/post/o-que-e-o-ipsemg

Você pode me ajudar demais da conta!


Sabe como você pode me ajudar? Pedindo ajuda a seus amigos e familiares. Eu disse pedindo ajuda, eu não falei pedindo votos.

Foi-se o tempo em que sair por aí pedindo votos fazia bom efeito. As pessoas estão exigente, desconfiadas, e com toda razão. Assim como evoluiu a postura política dos eleitores, também evoluiu a forma de buscar votos.

Antes, é preciso saber que campanha política é o que fazemos a vida inteira, em todos aspectos de nossa vida, fazendo amigos e angariando simpatizantes. Campanha eleitoral é o que fazemos em ano eleitoral pedindo o voto dos amigos e simpatizantes que já conquistamos. Isso é fundamental para compreendermos que, com tão pouco tempo para propaganda eleitoral, não podemos perder tempo angariando simpatizantes. Quem gosta da gente, gosta e vota; quem não gosta, não vai passar a gostar a partir de agora e não temos tempo para reverter isso.

Bom, preciso de mais de 40 mil votos para ser eleita. Eu não tenho 40 mil simpatizantes!!! Por isso, eu preciso que vocês me ajudem. É que só vota em alguém quem gosta desse alguém e quem gosta de alguém que gosta desse alguém. Por isso, preciso tanto de sua interferência junto a seus amigos, familiares e simpatizantes.

Além disso, as pessoas estão num momento em que política e pedidos de votos causam uma repulsa. De outro lado, quando alguém se compromete conosco, é mais difícil descumprir a promessa. Por isso, troque o:
- Vote na Adriana Fernandes!

Por
- Preciso de sua ajuda para eleger Adriana Fernandes, posso contar com você?

Se tiver um tempinho, diga à pessoa porque é importante que eu seja eleita, porque você está empenhado em me eleger (e seja sincero!).

O ideal é que esse pedido de ajuda seja feito pessoalmente, olho no olho. Mas também pode acontecer por meio de ligações telefônicas, desde que sejam curtas para não incomodar o outro. E, ao se despedir, seja por telefone ou pessoalmente, confirme o compromisso:
- Então? Posso contar com você?

Estudos demonstram que as pessoas só definem seu voto na semana anterior às eleições. Por isso, é preciso fazer novo contato, reafirmando o compromisso da pessoa em ajudar a eleger o candidato que você indicou (eu!). Como se vê, são precisos dois contatos: o primeiro para impedir que a pessoa assuma compromisso com outro e o segundo para lembrá-la do compromisso firmado com você.

Por favor, faça isso com seus familiares, amigos e simpatizantes e estará ajudando demais no projeto de fortalecimento do IPSEMG, de valorização do bombeiro civil e de ampliação das ações de proteção animal. 

Além disso, também é muito importante que você compartilhe minhas publicações em suas redes sociais (Facebook, grupos de Whatsapp e Instagram). Vamos começar divulgando esta publicação com meu vídeo de apresentação.


Obrigada!

Bora lá, que a corrida já começou! 

Vote Adriana Fernandes, 44544, para deputada estadual.


Precisamos nos unir pelos nossos ideais!

Sou Adriana Fernandes, belorizontina, 50 anos, divorciada, advogada, professora, escritora, servidora estadual mineira concursada e efetiva, lotada no IPSEMG há 25 anos e usuária dos serviços do Instituto desde que passou a integrar seu quadro de pessoal. Antes disso, fui feirante na antiga Feira Hippie, da Praça da Liberdade, depois Feira da Afonso Pena.

Sou candidata a uma vaga para Deputada Estadual, pelo PRP, com o número 44544.

Quero defender os interesses do servidor e do beneficiário do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais. Chega de assistir o desmantelamento da instituição. Não podemos deixar isso acontecer! O IPSEMG é nosso, precisa continuar sendo.

Também quero dar voz ao bombeiro civil, categoria profissional para qual ministrei aulas, em cursos de formação, por quase 10 anos. Conheço e compartilho a luta desta classe para ser reconhecida, para ser valorizada, para ser respeitada. 

Sou defensora da causa animal, conheço e compartilho seus ideais. Posse responsável, castração e cuidados veterinários a baixo custo, adoção, o fim do comércio de animais de fundo de quintal e no Mercado Central são alguns dos temas que defendo.

Quero combater sistematicamente a pedofilia, especialmente com ações de prevenção, e garantir a efetivação das ações de inclusão da pessoa com deficiência.

Preciso de você para desenvolver esses e outros projetos! Posso contar com sua ajuda?

Vote Adriana Fernandes, 44544.


Por fim, deixo um vídeo antigo, mas de tema atualíssimo. Trata-se da fala da Deputada carioca Cidinha Campos, sobre sua indignação por atos de políticos da pior linha. Assista! É de arrepiar!

Texto enviado - O Brasil que eu quero para o futuro


Recebi o texto abaixo com pedido de publicação. A realidade que a colega aponta é comum em muitas conversas nossas com o pessoal do hospital, um pessoal judiado pela administração.

Eis o texto.
*****************************************************


Olá a todos. O Brasil que eu quero para o futuro, não é uma campanha estúpida e politicamente correta feita por uma emissora que é um dos piores veículos de comunicação da nossa época.

Sou técnica de enfermagem e por motivos óbvios não irei me identificar. Trabalho com enfermagem desde 1999, e apesar de amar o que eu faço, infelizmente nossa categoria não é devidamente valorizada, em partes pelo governo e população, e em partes, por culpa de profissionais da própria categoria.

O Brasil que eu quero para o futuro, é um lugar onde o Conselho Regional de Enfermagem (COREN), nesse caso o COREN – MG, faça realmente algo de bom e de produtivo pelos profissionais legalmente inscritos, além de cobrarem anuidades e nos ameaçarem quando as mesmas estão em atraso, com títulos protestados em cartórios.

O Brasil que eu quero para o futuro é com um COREN-MG que realmente fiscalize tudo, inclusive as péssimas condições de trabalho em que realizamos nossas atividades, principalmente dentro do serviço público. O Brasil que eu quero para o futuro é com um COREN-MG que apure, investigue e tome providências em relação aos atos de ilegalidade, abuso de poder e assédio moral que passamos todos os dias nas mãos de supervisoras de enfermagem e médicos.

O Brasil que eu quero para o futuro é um lugar onde minhas colegas de trabalho se lembrem que somos a maior força de trabalho do hospital do IPSEMG e que juntas somos mais e podemos qualquer coisa.

O Brasil que eu quero para o futuro é um lugar onde minhas colegas de trabalho entendam que trabalho em equipe é quando uma ajuda a outra, ao invés de falar mal dos colegas pelas costas, para tentar se promover com médicos e supervisoras, não por mérito, mas pela calúnia e pela mentira.

O Brasil que eu quero para o futuro é um lugar onde minhas colegas de trabalho deixem de ser burras, achando que são mais inteligentes que os outros e parem de reclamar de tudo, botar defeito em tudo, achando que a opinião delas é uma verdade absoluta e inquestionável. Pessoas inteligentes, só abrem a boca para falar quando tem certeza do que dizem.

O Brasil que eu quero para o futuro é um lugar onde a enfermagem crie consciência de unidade e corporativismo, para que possamos ser valorizados, respeitados e levados a sério assim como os médicos e advogados são não só pela categoria, bem como pela sociedade de forma geral.

O Brasil que eu quero para o futuro, é piso salarial nacional para a categoria, com remuneração justa e que seja cumprido por hospitais particulares e públicos.

O Brasil que eu quero para o futuro é um lugar onde as 30 horas semanais para enfermagem seja lei e que seja cumprido por hospitais particulares e públicos.

O Brasil que eu quero para o futuro é um lugar onde recebendo um salário justo, eu não tenha que me matar de trabalhar em 2 ou 3 lugares e fazer horas extras para complementar minha renda deixando meu marido e meus filhos abandonados, distante da convivência comigo.

O Brasil que eu quero para o futuro é um lugar onde minha profissão seja não só bem remunerada, mas reconhecida com uma carga horária reduzida, uma vez cuido de vidas humanas e não posso cometer erros, pois um erro pode se transformar em uma sequela permanente ou até mesmo matar o paciente.

Sou apenas uma técnica de enfermagem, mas não é preciso ter curso superior que na minha profissão existe muito trabalho, muita responsabilidade, muita pressão e pouco reconhecimento e remuneração.

Atualmente trabalho em 2 hospitais, um público, onde sou concursada e tenho carga horária de 12 horas de trabalho por 36 horas de descanso, e outro particular com a mesma carga horária.

O salário dos 2 hospitais é péssimo. Mas o do hospital público é mais baixo. O hospital público para trabalhar é muito pior. Falta material, equipamentos sucateados, colegas que acham que podem mais que você pois estarem no serviço público há mais tempo. Supervisoras de enfermagem que cobram de você que você tenha a mesma competência que teria se estivesse em um hospital particular, porém sem te oferecer a estrutura e o suporte que um hospital particular te oferece.

Aí quando você fala que não é possível realizar as tarefas por falta de equipamentos ou materiais para tal, elas te avaliam de forma negativa alegando que você não sabe trabalhar sob adversidades.

Poxa! Me mato de trabalhar sou educada e bem humorada com todos e os únicos elogios que recebi até hoje no serviço público foram de pacientes e acompanhantes. As supervisoras, se você faz uma coisinha de nada errada, se você atrasa 2 minutos, já chamam para conversar. Mas se você trabalha por 2 porque o colega faltou de serviço, não tem um elogio, o máximo que eu já escutei foi “você é paga para isso!”.

Aí, quando vejo colegas totalmente desestimulados para trabalhar, muitos em casos de depressão, que ocasionam em licenças médicas, ainda tenho que ouvir de outras “colegas” de trabalho, verdadeiras víboras, que a pessoa está de piti, ou então que vive de atestado!

Curiosamente, essas “colegas”, sempre são péssimas de trabalho, fofoqueiras, acham que são as sabichonas, sendo que a maioria delas nem escrever direito sabe. A única coisa que sabem fazer é falar mal dos colegas, botar defeito em tudo e sempre que alguém tem uma ideia, de duas uma; ou desestimula a pessoa falando que não vai dar certo, ou então rouba a ideia da pessoa de forma descarada apresentando para a chefia como se a ideia dela fosse.

Assim, fica muito difícil manter harmonia dentro de um setor. Já pensei em sair do serviço público, mas não posso. Com o salário de um só e do meu marido não dá. Pago aluguel e não tenho coragem de deixar meus filhos passarem necessidade.

Tenho muita fé em Deus que algum dia, iremos conseguir 30 horas, com um piso salarial nacional com um valor justo para enfermagem.

Se conseguirmos isso, poderei comprar uma casa, sair do hospital particular, ver meus filhos crescerem, passar mais tempo com meu marido, passar mais tempo com minha família, que sempre reclama que eu sou casada com o trabalho.

Em relação às colegas, oro e peço muito a Deus, que as ajude, para que elas criem consciência que não é falando mal, ferrando os colegas, botando defeito em tudo e reclamando de Deus a da terra que vamos conseguir as coisas.

Se quisermos respeito, antes de tudo temos que nos respeitar em primeiro lugar, tomarmos uma postura.  Nunca seremos respeitados se não tivermos uma postura de respeito, união e solidariedade dentro da nossa categoria.

Então colegas, ponham a mão na consciência, pensem um pouco. Esqueçam as diferenças, vamos todos caminhar na mesma direção, com o mesmo objetivo em mente.

Esse é o Brasil que eu quero para o futuro!

M.
Técnica de Enfermagem do Hospital da Previdência

Perguntas e comentários 004 - Vergonha alheia

O cargo de presidente do IPSEMG, hoje, é meramente figurativo. E se o momento é de falta de verba do Governo, ou extingue esse ou bota ele pra trabalhar e extingue a assessoria que é quem manda de verdade atualmente.


Quem dá mais?


É inquestionável a necessidade de renovação na política e quando vemos este tipo de notícia, um vereador com mandado de prisão por fraude em licitação, é a primeira coisa que vem à nossa cabeça: tem que renovar. Certíssimo!

Mas, ultimamente, me sinto bastante confusa. É que, quando entro em contado com lideranças, comunicando a intenção de me candidatar e pedindo apoio, não raro escuto: "E quanto ($) é que vou levar nisso?"

Estou falando de lideranças, de pessoas que formam opiniões. E minha plataforma não é "generalista", são causas específicas, que, pela mera menção, já indicam o quanto pode ser feito com uma cadeira na ALMG. Isto é, basta mencionar as bandeiras que defendo que os benefícios para os segmentos são notórios.

Mas, não, tem gente que não quer saber das melhorias que você pode empreender, com transparência e honestidade, se, antes, você não favorecê-lo de alguma forma.

Uma negativa de apoio é infinitamente menos decepcionante que este tipo de postura. Especialmente porque, esteja certo, alguém vai comprar esse líder e ganhar alguns milhares de votos. 

Como renovar, com velhas práticas?