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Eu no Projac
Tínhamos um compromisso no Rio, casamento de meu primo, e mamãe queria ir antes, para ver se tinha algo que prestasse no Saara. Minha madrinha morou no Rio, minhas férias eram sempre lá e conhecemos a cidade de cabo a rabo, por isso, planejei passeios em lugares que não conhecíamos, como no Aqua Rio, que é novo, e pensei no Projac.
É só dar um google em "globo plateia" e aparece o link da página de inscrição. Escolha o programa, a data e cadastre vc e seu acompanhantes. Alguns programas só aceitam caravana, outros é bem difícil e o mais fácil, com data disponível na data em que estaríamos no Rio, era o Encontro com Fátima Bernardes. E lá fomos nós, mesmo sabendo que ela, a Fátima, estaria em férias. A Globo não paga nada pra platéia, nem hospedagem, nem transporte e saporra é longe pra caralho! Do Centro do Rio até o Projac, na Estrada dos Bandeirantes, gastamos mais de 1 hora e 80 reais de uber na ida e 100 reais na volta. Num é brinquedo, não!!!
Desde que vc se inscreve, passa a receber emails da produção do programa, com instruções (não pode maquina fotográfica, nem roupas com marcas aparentes) e pedindo que, caso não possa comparecer, para avisar. O programa é às 10:30h, mas vc tem que chegar lá às 8 horas. Recebe um lanche bem bacana, farto mesmo, e preenche uma ficha autorizando uso de sua imagem e voz. Tem que trancar as bolsas, mas pode levar celular.
Logo, tem-se uma reunião com a produção do programa, que informa a pauta e faz perguntas, porque se alguém tiver algo para contar sobre o tema será entrevistado ao vivo. Segue-se uma reunião com o animar de palco, onde a gente aprende os sinais que ele fará para a hora que tem que bater palma, a hora que tem que gritar "uhuuu", hora de levantar, hora de sentar e quando pode e quando não pode tirar fotos e usar o celular.
Daí, seguimos para o estúdio do programa, em fila indiana, tudo vigiadinho, com seguranças, bombeiros civis e técnicos de segurança do trabalho. No caminho, passamos pelos estúdios das novelas e do Vídeo Show, mas acho que por ser muito cedo, não topamos nem com figurantes, que dirá atores rsrsrs
Vá logo ao banheiro, pois se fizer hora e ficar por último na fila, vc fica no pior lugar da plateia e não aparece no programa. Foi o que aconteceu conosco. O ideal é que vc fique do meio para a frente na fila.
Chegando ao estúdio, antes da fila entrar, eles separam quem vai dar entrevista sobre o tema da pauta. Por isso, fiquei separada de minha mãe e minha tia. Eu seria entrevistada, porém, o programa Bem Estar, no dia, se prolongou muito, isso atrasou o Encontro e não deu tempo de entrevistar todo mundo. De qq forma, me colocaram lá na frente e apareci bastante rsrsrsrs. Quando vc entra separado dos demais, vc vê a produção preparando o programa e o cantor convidado ensaiando. No nosso caso, foi o Pretinho da Serrinha que é mega simpático e mesmo sem parar o ensaio, interage com a gente, cumprimentando, sorrindo, fazendo gestos e tal. Muito fofo!
Aí, depois que entra todo mundo, entram os apresentadores do programa que naquele dia eram o Lair Renó e a Patrícia Poeta, ambos simpatissímos, ele, então, engraçadíssimo, faz piada o tempo todo, brinca com a plateia, com a produção, com os câmeras, uma delicia. Eles gravam as chamadas, o marketing e fazendo alguns ensaios. Depois, entram os artistas convidados e mais alguns minutos começa o programa.
Não vale a pena assistir o programa na plateia! Só vale para saber como acontece, mas no final das contas vc não assiste nada, porque os câmeras e cabo mans ficam na sua frente, os convidados ficam quase de costas pra plateia e vc tem que prestar mais atenção no animador de plateia, para levantar, sentar, bater palmas e gritar “uhuuuuu” na hora certa, e quase não vê os debates.
Depois que o programa acaba, eles pedem pra gente não ir embora, para tirar foto com os apresentadores para colocar no site da Globo. Mas, primeiro, eles tiram fotos com os convidados, com os entrevistados, são interpelados com pedidos de selfie e só então vêm até a gente. Daí, faz-se novamente a fila e seguimos para a portaria para ir embora. Os idosos, eles colocam naquele carrinho que os artistas usam pelo Projac. Retornando à portaria, todo o acolhimento inicial some e faltam meter pé na sua bunda para vc desocupar o lugar. Sequer dão tempo de vc comer o resto do lanche que vc guardou. E olha que eu estava com duas idosas! Ainda assim, pediram que nos retirássemos rsrsrs. Já era meio dia quando pedimos o uber de volta.
Bom, é isso! Valeu? Demais da conta! Voltarei? Não rsrsrsrs
953
Pessoal, tive 953 votos! É
muito pouco para qualquer pretensão. Sabia que seria difícil ser eleita,
especialmente pela falta de recurso financeiro para alcançar o Interior (o
partido meu deu verba a 3 dias das eleições!!!), mas esperava em torno de uns 3
mil votos para que eu pudesse ao menos ter voz na tentativa de interferir, por
exemplo, na indicação do Presidente do IPSEMG. Mas, nem isso.
É muito pouco voto para
qualquer pretensão política, para ensaiar qualquer pedido que pudesse favorecer
os segmentos que defendo, mas é voto demais da conta, a considerar meu
histórico, e estou muito agradecida por isso.
Muito obrigada, a cada um
que confiou em mim e em minhas ideias. Foi estressante, mas foi um grande
aprendizado e gostei muito de ter participado do pleito. Tenho hoje outra visão
a respeito de muita coisa e isso é muito bom!
Muito, muito, muito
obrigada!
Obrigada!
Nesse caminho, eu apanhei, viu?! Muitas vezes, dizer que sou candidata já era motivo para ser ofendida e humilhada, sem que eu sequer conseguisse dizer candidata a quê. Também recebi muitos nãos educados. Mas o seu apoio, seu carinho, sua torcida me ajudaram muito a encarar tudo isso com garra e perseverança. E lembrar de tanta consideração me enche os olhos d'água enquanto escrevo essa mensagem. Muito obrigada!
Trabalhei pela vitória, mas, independentemente de qualquer coisa, ganhando ou vencendo, jamais vou esquecer e deixar de sentir profunda gratidão por todos vocês, velhos e novos amigos! Claro que não posso citar nomes, para não cometer injustiças, mas preciso registrar que sou grata a todos que me levaram a essa candidatura, que a apoiaram, que me ajudaram a buscar recursos financeiros, que tiraram do seu salário para somar, que trabalharam na campanha sem ganhar um tostão, que pediu votos, gente que nem pode votar em mim e que torceu, incentivou.
Encerro minha campanha com a convicção de que ninguém, ninguém que não esteja mergulhado neste métier sabe o que de fato quer dizer a ideia de que a política é fundamental em nossas vidas. É preciso viver a política para que se possa introjetar a profundidade dessa afirmativa.
E foi a partir desse aprendizado que compreendi a grande falácia (to cheia das palavra difícil, né?) do cenário político brasileiro: não é seu voto que constrói um país melhor, é a sua participação e participar é muito, muito, muito mais que votar em um candidato honesto. Escolher um bom candidato e elegê-lo não é suficiente para a mudança que anseiamos. Mas isso é assunto pra outro dia.
Seja qual for o resultado nas urnas, continuo à disposição de quem precisar, como sempre estive.
Um beijo do tamanho do mundo procês!
Vote Adriana Fernandes, 44544, para deputada
estadual.
Nada sobre nós, sem nós
Lema da luta pela inclusão das pessoas com deficiência, o "nada sobre nós, sem nós" foi mencionado no programa Conversa com Bial sobre Autismo, exibido em 03/05/2018 (assista!).
A ideia é trazer o protagonista da situação para discutir os problemas e soluções de determinada condição e isso é imprescindível em qualquer luta, não apenas no caso dos deficientes.
Nada sobre nós, sem nós. É como eu quero que seja meu mandato, se eleita. Preciso da participação dos segmentos que represento para com vocês encontrar as melhores respostas para nossas demandas.
É assim que a política deve ser, independentemente de meu resultado nas urnas: com gente nova, caras novas, ideias novas, posturas novas. Nada sobre nós, sem nós!
É assim que a política deve ser, independentemente de meu resultado nas urnas: com gente nova, caras novas, ideias novas, posturas novas. Nada sobre nós, sem nós!
Vote Adriana Fernandes, 44544, para deputada
estadual.
Voto distrital
Assunto de interesse de muita gente, apresento um excelente infográfico sobre voto distrital, como funciona, vantagens e desvantagens.
Leia mais em: Politize!
Leia mais em: Politize!
Vote Adriana Fernandes, 44544, para deputada
estadual.
Muito prazer!
Sou Adriana
Ferreira Fernandes, servidora do IPSEMG e usuária dos serviços da instituição
há 25 anos.
Fui lotada na unidade de pessoal da Sede por 6 anos, onde coordenei a folha de pagamento. De 1999 a 2002, fui assessora da Presidência. Posteriormente, atuei na Procuradoria por 10 anos, inicialmente
como advogada parecerista, em desvio de função recentemente reconhecido
judicialmente, passando pela coordenação da Secretaria da
unidade e depois como coordenadora dos estagiários de Direito. Fiquei 1 ano no
HGIP, na Comissão Permanente de Avaliação de Documentos (CPAD) e na Comissão de
Gestão de Informações (CGI). Em 2012, fui assessora de RH na CAMG e desde 2013
estou lotada no CEM (Central de Regulação, Gestão de Agendas e Gabinete).
Atualmente, presto serviços na Secretaria da Urologia.
Graduada em
Biblioteconomia (UFMG – 1994) e em Direito (Izabela Hendrix), sou pós-graduanda lato
sensu (especialização) em Orientação Sexual, pela Graduarte.
Antes de atuar no
IPSEMG, fui camelô e feirante na antiga Feira Hippie da Praça da Liberdade e
depois na Feira de Artesanato da Avenida Afonso Pena, onde comercializava o vestuário
infantil que produzia e onde minha mãe ainda hoje atua. Concomitante ao serviço
público, fui bibliotecária freelancer, organizando acervos particulares, e
advoguei nas áreas de Família, Consumo e Indenizações de 2005 a 2012. Fui professora
de módulos de direito em cursinhos para concurso de nível médio de 2005 a 2010
e instrutora de Bombeiros Civis (Ética Profissional e Legislação profissional)
de 2008 a 2017.
Atuo como voluntária em causas sociais desde 1996 (Hospital das Clínicas
da UFMG) e sou advogada pro bono desde 2006 em movimentos quilombolas,
associações profissionais, na proteção animal, no Projeto Alô Doutora e na
Corregedoria do IPSEMG (de 2006 a 2010), onde defendi gratuitamente vários
colegas.
Participou do Programa Rádio Vivo, da Itatiaia, com José Lino, como
debatedora, desligando-se para participar de gravação semanal de podcast jurídico
em parceria com o mencionado Projeto Alô Doutora.
Sou blogueira
(adrianafernandesbh.blogspot.com.br) e escritora cronista, autora dos livros “A
vida em palavras: situações de Direito, de humor e de indignação” e “A vida em
palavras 2: falando sobre sexo e relacionamentos (proibido para menores de 40
anos)”, ambos pela Editora Multifoco, que também publicou o seu livreto
“Bombeiro Profissional Civil: aspectos jurídicos e éticos da atividade”. Autora
ainda do ebook (Amazon) “Família Resende: história, curiosidades e uma
homenagem aos Remígio de Reszende”, resultado de sua pesquisa como genealogista
amadora.
Candidata pela primeira vez, impulsionada pela necessidade de se ter
uma representante dos servidores e beneficiários do IPSEMG na Assembléia
Legislativa, como tentativa de conter o sucateamento do Instituto e o
desrespeito a seus beneficiários.
Tenho 50 anos, sou divorciada e moro em Belo
Horizonte.
Muito prazer.
Luta anti-manicomial
No último dia 18 de maio, os pacientes, familiares e trabalhadores da saúde mental saíram em bloco carnavalesco por Belo Horizonte, divulgando a bandeira anti-manicomial, ou seja, o fim dos manicômios, dos hospícios. O lema é "Saúde não se vende, loucura não se prende!"
Há cerca de 20 anos visitei o Museu da Loucura, em Barbacena/MG. Foi doloroso! E ainda vem um suspiro de "pqp" quando me lembro desse passeio. É algo que todos deveriam ver: a realidade crua dos tratamentos cruéis, degradantes, pelos quais passavam (será mesmo que acabou?) os doentes mentais nas instituições onde eram trancafiados.
Hoje é proibido manter os doentes internados, exceto em crises ou quando são violentos, com risco para si mesmos ou para os outros.
Porém, alguns pacientes, mesmo não representando risco exigem cuidados e atenção constante. O fim dos manicômios não veio com o apoio necessário às famílias, para que cuidassem de seus entes em situação de sofrimento mental.
O resultado, algumas vezes, é trágico. O noticiário é cheio de casos de portadores de sofrimento mental que fizeram mal, muito mal, aos outros, aos próprios filhos e a si mesmos.
Essa pessoas, esses núcleos familiares, precisam de apoio e todo tipo de ajuda, em especial nos casos em que o paciente exige vigília constante. Quero muito colaborar neste sentido!
Vote Adriana Fernandes, 44544, para deputada
estadual.
Precisamos falar sobre suicídio
No programa Conversa com Bial que foi ao ar dia 26/04/2018, o apresentador recebeu o psiquiatra Neury Botega, o jornalista, escritor e voluntário do CVV André Trigueiro e o sargento Diógenes do Corpo de Bombeiros Militar de São Paulo, para falar sobre suicídio.
O psiquiatra apontou que a genética do suicídio está relacionada à impulsividade, à depressão e à bipolaridade, todos eles fatores hereditários. Segundo ele, com o aumento expressivo da dependência química, tais fatores também cresceram, potencializando as situações de auto-extermínio.
Além disso, ele explica que não há um motivo para o suicídio. O que ocorre na verdade é resultado de diversos fatores e, por isso, não há que se falar em culpa ou fator determinante. Botega desmente a estatística da OMS, segundo a qual 90% dos suicídios poderiam ser evitados, por serem causados por transtornos mentais. Isso porque o transtorno por si só não leva ao ato extremo. É preciso que ocorra outro fator como a impulsividade, a chantagem emocional, a desesperança ou a agressividade. Inclusive, não são raros casos de suicídio entre quem não apresenta nenhum tipo de sofrimento mental.
Alerta ainda sobre a ameaça de suicídio. Ela não deve ser desprezada, apesar de configurar mera chantagem emocional, pois num momento de raiva e vontade de agredir o outro, o chantagista pode sim cometer o ato.
Todos os entrevistados foram unânimes em dizer que, ao interagir com quem demonstra vontade em se matar, devem ser evitados conselhos, apontamentos religiosos, críticas, moralismos ou auto-heroísmo. Apenas ouça e informe ao tentante (do suicídio) que se matar não é a única saída, que existem outros caminhos para a solução e que você está disposto a ajudá-lo a encontrar a saída que melhor que se aplica.
Neury Botega disse que há crescimento importante de casos de suicídio na faixa etária do final da adolescência.
O jornalista André Trigueiro indicou que há diferença entre depressão e estado depressivo, sendo que nesta último caso não há sofrimento mental, enquanto patologia. Ressaltou a importância do desabafo na prevenção do auto-extermínio, quando não há patologia mental associada. Repito: quando há transtorno mental, o desabafo não tem grande importância como fator de prevenção.
O sargento Diógenes faz um trabalho interessante no resgate de tentantes. Se antes, o objetivo era tirar a pessoa daquela situação, atualmente busca-se impedir nova tentativa. Isso é feito com o chamado resgate humanizado, quando o profissional, militar ou não, ouve e compreende o ambiente interno de quem está em vias de suicidar-se. A preparação para este tipo de resgate envolve o reconhecimento de 3 tipos de abordagens diferentes, de acordo com o perfil do pretenso suicida: agressivo, depressivo ou psicótico.
Por fim, foi informado a necessidade de oferecer suporte aos familiares de quem suicidou-se, chamados sobreviventes de suicídio. O CVV tem um grupo de apoio para estas pessoas.
Fui voluntária do Centro de Valorização da Vida - CVV, entidade que há mais de 50 anos atua com prevenção de suicídio no Brasil e, se eleita, atuarei no fortalecimento do Centro que conta apenas com doações e ações voluntárias.
Vote Adriana Fernandes, 44544, para deputada
estadual.
A desumanidade da humanização na saúde
Cara, eu entendo perfeitamente a burocracia do
serviço público, inclusive nos serviços de saúde. Eu sei que salvar a vida de
alguém depende 1) da gravidade com se chega na urgência, 2) das condições do
organismo da pessoa, 3) do médico e outros fatores.
Muitas vezes, vejo gente reclamando que o parente
morreu por "falta" de atendimento, mas sei que mesmo sendo atendido a
tempo e a hora, nada poderia ser feito e, portanto, o atraso no atendimento não
salvaria aquela vida. Entendo a dor da perda, mas não dou atenção à indignação
equivocada.
Pode até ser o caso da mulher da reportagem. Mas, é
inadmissível assistir sua mãe se contorcendo há meia hora na sala de espera da
unidade e descobrir duas médicas à toa, uma enviando mensagens no celular, e
esperando uma ficha, um papel, sem dar a menor atenção ao apelo daquele filho
aflito. Isso é desesperador, é cruel, é indigno, é inominável!!!
Ainda não sei como, mas vou me dedicar a encontrar
um jeito, se eleita, de exigir que o tão divulgado acolhimento e atendimento
humanizados nos serviços de saúde vá além do paciente. Quem acompanha a pessoa
que está passando mal precisa ser atendido também, precisa ser acalmado,
acolhido, apoiado, informado (psicólogos? assistentes sociais?). Os
funcionários, médicos inclusive, não podem se manter inertes diante de alguém
aflito, com ou sem razão. NÃO PODEM!!! Se há alguém aflito, essa pessoa tem que
ser acolhida adequadamente, porque a gente sabe que vai dar merda, vai dar
confusão, vai querer porrada. Porque então esperar isso acontecer e fazer cara
de desdém diante da indignação de um filho desesperado e ficar esperando um
papel chegar na sua mesa??? Se fosse a sua mãe, a mãe de um profissional de
saúde, como ele se sentiria vendo gente fazendo descaso diante do sofrimento de
um ente querido?
Isso tem que mudar!
Vote Adriana Fernandes, 44544, para deputada estadual.
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